terça-feira, 17 de julho de 2012

Projeto "Viajando de Dobrável" - Guaratinguetá/SP - Paraty/RJ

¡Buenas!

Uma olhada no calendário...dia 09/07, segunda-feira, Dia da Revolução Constitucionalista de 1932 (feriado instituído pelo finado Governador de São Paulo, Mario Covas, em 1997).
O que mais um cicloturista poderia querer? Ótima chance pra fazer uma viagenzinha!


O roteiro mal estava decidido, mas já sabia que iria com a Éowyn, já que há tempos tenho sonhado (sim, crianças...SONHADO) em fazer um ciclotour com a dobrável.


Decidia que bike iria, o planejamento até que foi mole! 
Comecei instigando o casal Artur e Ruivaah, além da Vevê pra descer para o Guarujá!
O Casal Aventura (sim...esses dois são aventureiros de primeira linha) tinha motivos pra não viajar, mas a Vevê, que é uma moça que não sossega um dia sequer (como se vivesse de aventuras), manteve o interesse.


Já no começo do planejamento, ela convidou um casal amigo dela, o Lucas e a Patty. Com o convite, veio uma nova sugestão pro destino: Ao invés de descermos ao Guarujá, eles sugeriram irmos à Paraty, passando pela Estrada Real, só pra poder pegar um longo trecho de estrada de terra, coisa de uns 50km.
Não precisou muito esforço pra aceitarmos a sugestão e começar a nova programação.


A ideia inicial era pegar um ônibus do Tietê à Guaratinguetá, pedalar até Cunha, pernoitar e no dia seguinte descer até Paraty.


Prevenido como sou, tratei de rapidamente comprar as passagens de ônibus. Vevê pediu para que eu o fizesse para ela, já que ela estava um tanto atarefada. Lucas disse que iria agilizar as passagens dele e da Patty.


Vários e-mails trocados foram trocados e rolou até a possibilidade de irmos pedalando até Guará na noite do dia 06/07.
A ideia foi logo abortada por conta do estado de saúde da Vevê, que tinha acabado de voltar de um trekking, tossindo forte (acabou virando piada durante a viagem).

Nos dias que antecederam a viagem, uma notícia chata: Por motivos de força maior, Lucas e Patty infelizmente desistiram do pedal, sobrando só Vevê e eu.
O que seria o pedal do "Quarteto Fantástico", tornou-se o pedal da "Dupla Dinâmica".


Fazer o que?! Vamos que vamos!
Decididos os detalhes finais, marcamos de embarcar pra Guará no sábado, dia 07/07 às 9hrs.


Acordei cedinho, arrumei a Éowyn e segui pedalando de Cotia até o Pinheiros, pra pegar o Metrô na Estação Butantã e chegar de forma rápida e segura ao Terminal Rodoviário Tietê.


Cheguei no terminal as 8hrs, com tempo de sobra pra pegar as passagens e tomar um café.
Vevê avisou que chegaria uns 15min antes de zarparmos (o que foi cumprido à risca!).

Éowyn dobrada e carregada!
Vevê com sua Bike, devidamente carregada e pronta pra ação!
Embarcamos rapidamente as magrelas no bagageiro do ônibus, sem maiores problemas. Isso inclusive me surpreendeu um pouco, pois sempre rola algum tipo de confusão com o responsável pelo embarque das bagagens.


Pegamos um bom trânsito na saída de São Paulo e em Aparecida do Norte, então demoramos um pouco mais do que esperávamos. Bom, isso não foi problema algum, já que a Vevê e eu, tagarelas inveterados, conversamos sobre um zilhão de coisas durante a viagem de ônibus.


Chegamos em Guará por volta das 12hrs. Horário bom pra comer algo antes de botar os pneus na estrada.

Esperando os donos.
Alimentados (com uma tortinha de frango saborosíssima), vamos finalmente começar o giro!

O clima estava muito bom, ensolarado e até quentinho, apesar do vento frio. Seguimos num ritmo bem tranquilo, tagarelando muito (as usual) e eventualmente tirando algumas fotos.

Vevê tomou o maior couro antes de tirar essa foto...
Fotinho digna de profissional! 
O pedal estava rendendo bem, apesar das inúmeras subidas do percurso. Eventualmente eu tomava a dianteira nas subidas, já que a dobrável não tem uma relação curta pra girar mais tranquilamente. Vevê vinha poucos metros atras, pedalando sempre com um sorrisão, com eventuais interrupções causadas pela tosse (eita tuberculose...não vai perder o pulmão, hein?)

Num determinado trecho do pedal passamos por uma igrejinha...que obviamente não vou lembrar o nome (shame on me!)
Antes de pegarmos a estrada, a Vevê me contou que quando era mais jovem, tinha comparecido a um casamento nessa igreja e que ela tinha se impressionado com várias andorinhas voavam de um lado pro outro. dentro da Igreja e que desde o tal casório, não tinha voltado lá.
Daí surgiu a vontade/necessidade de passar nela! :D
Uma igrejinha muito simpática, sem dúvida, mas dessa vez, sem Andorinhas...Ainda assim, certeza que trouxe boas lembranças pra Vevê.
Entramos, sentamos e começamos a tagarelar...eventualmente brotavam palavras de baixo calão que nos faziam refrear a língua...ahaha! Foi muito engraçado, confesso!

Conversa no banquinho da Igreja, com direito a se envergonhar dos palavrões quase proferidos.
Saímos da Igrejinha e continuamos no mesmo ritmo, sem muita pressa, pois ainda tínhamos muito tempo de sol (embora já estivesse mais frio).
Demos uma paradinha rápida numa "birosca" na beira da estrada. Eu comi um coxinha, a Vevê experimentou um queijinho, enchemos as caramanholas e seguimos.


Chegamos a uma parte da estrada que começou a ficar muito esburacada, justo num trecho de descida.
No final de uma dessas descidas, o meu alforje acabou se soltando do bagageiro. Como só tinha ido com um dos lados, resolvi fixa-lo com elásticos no topo do bagageiro.

Alforge fixado na parte de cima do bagageiro. Vamos seguir viagem?!
Não demorou muito, chegamos à Cunha. A cidade estava bem movimentada, algo que nos causou um pouco de estranheza. Estava rolando um "Festival de Inverno" na cidade.
Demos uma volta na praça principal e a Vevê foi perguntar sobre opções de hospedagens para um policial, que nos alertou que seria difícil achar algo, mas que tentássemos num hotelzinho próximo dali.

Chegando no tal hotel, a confirmação de que seria uma missão (quase) impossível achar hospedagem. Não conseguimos mais do que uma segunda indicação.
Nessa segunda tentativa, mal chegamos na frente da pousadinha, um senhorzinho logo nos alertou que também não havia vagas ali, mas poderíamos tentar num outro local, a Pensão da Dona Ida.

Rumamos pra tal pensão, que ficava na mesma rua. Pense num lugar tipo "vaga para rapazes" do Largo da Batata, em Pinheiros. É...era mais ou menos isso...
De qualquer maneira, fomos atendidos pela tal Dona Ida, que tinha um quarto disponível.

Felizes por ter encontrado hospedagem tão rápido, tomamos um banho e fomos procurar um lugar pra jantar, além de fazer um pequeno tour na cidade.

Encontramos um restaurantezinho meio afastado do barulho da festa e jantamos um macarrãozinho com brócolis, além de uma pequena "degustação" de várias bebidas alcoólicas (olha o mau exemplo).
Na mesa tinha de tudo um pouco: Cerveja, Caipirinha e 3 doses de Cachaça Artesanal...

E dá-lhe Cachaça!
Depois do "rango", continuamos a andar pela cidade. Rimos um bocado com os figurinos das mulheres que visitavam o lugar. O Festival de Inverno fora sabotado pelos 18ºc que faziam naquela noite, então os pesados casacos e botas até o joelho constituíram uma ótima piada!


Cansados, voltamos pro "Cafofo do Osama", pois no outro dia teríamos mais 60km pra rodar!
Não demorou muito pra que ambos caíssemos no sono.

No meio da noite, acordei com o barulho da chuva, torcendo pra que ela parasse logo. Mas não foi assim...
Tínhamos combinado de acordar as 7hrs, pra zarpar perto das 9hrs, mas a chuva não dava trégua.
O jeito foi levantar, tomar um café na "Padaria do Mamede" (resolvemos não arriscar o café lá na Dona Ida) e pegar a estrada assim que a chuva parasse.

Durante o café da manhã, decidimos que não faríamos o caminho até Paraty pela estrada 100% de terra, já que não sabíamos em que estado esse caminho se encontraria.
Ficou decidido que pegaríamos só o trecho que é inevitável, os 10km logo depois de cruzarmos a fronteira dos estados.

Saímos da Pensão as 11hrs, sem chuva, mas essa logo nos pegou. Desencanados, seguimos viagem, afinal de contas, chuva é só um detalhe, certo?

Seguimos girando, sempre com muito cuidado, num ritmo bem alegre e sem pressa. Passados alguns quilômetros, a chuva deu a tão aguardada trégua. O tempo até ameaçou abrir e em alguns pontos da estrada até rolou pequenas aberturas de sol.

Tá cinza, mas e daí? Tá bom pra pedalar!
Pegamos uma boa sequencia de subidas, uma bastante ingrime já nos primeiros quilômetros. Ainda assim seguimos bem! Ao contrário do que imaginávamos, a chuva não atrapalhou a tração das magrelas.

Só estou na contra-mão pra tirar uma fotinho, hein?!
Faltando uns 15km para a divisa dos estados, passamos por uma espécie de antiquário. Quase passamos batido, mas a Vevê sugeriu parar, já que não tinha rolado nenhuma parada até então.

Sábia decisão da moça! Dentro dessa Antiquário, pudemos saborear queijos feitos com o puro leite das vacas Jersey (olha o merchand) criadas pelos donos do lugar, tomar suco de uva e comer pinhão quentinho.
E esse foi nosso "almoço"
Ah, também há que se falar dos itens do antiquário. Tinha de tudo um pouco, teares, máquinas de costura, geladeiras, máquinas fotográficas, máquinas de escrever e até um piano.

Relembrando meus tempos de datilógrafo
Sensacional máquina fotográfica
Geladeira com cara de cofre e uma estátua em minha homenagem

Ah vá!
Bora achar esse afinador carioca...as cordas estão enferrujada e o piano está completamente desafinado!
Passamos um baita tempo nesse lugar! Foi uma parada fantástica, sem dúvida. Mas já tava na hora de pegar a estrada novamente.
Mas, antes de dizer adeus ao antiquário, uma foto da frente do lugar:
Uma velha bike decorando a lateral  do jardim.
Tome subida! Pegamos mais um trecho com várias subidas. Algumas bem duras, outras nem tanto. O importante é seguir pedalando!
Olha aí a Vevê, sempre guerreira, subindo "Só no Girinho" com sua Yukon!
Depois dessa subida, vimos de longe uma cachoeira. Chegando mais perto, tinha um totem da Estrada Real. Obrigatória uma parada pra fotografar!

Vevê, Totem, Bikes, Cachoeira...
Expectativa pra uma "Foto Cacetada"
Cachoeira e Eu (sem ligações ilícitas, hein?! Só tava passando!)
Pouco antes de chegar aos limites dos estados, passamos por um "cowgestionamento" (a Vevê cunhou uma dúzia de "trocadalhos" com essas vacas na estrada).
Cowgestionamento
Estávamos chegando ao ponto que eu não tinha certeza se conseguiria vencer dignamente...mas como toda aventura tem de ter uma forte emoção, vamos lá!


Alguém muito ansiosa pra pegar a estrada de terra!
Enfim, cruzamos a fronteira do Estado de São Paulo/Rio de Janeiro.
Conforme esperado, pegamos muito barro e pedras. Apesar disso, descemos de forma segura, sem pressa.


Esse trecho até que foi o mais tranquilo. Tinha lugares em que a lama estava beeeeem molhada e escorregadia e ainda trechos que eram praticamente de terra batida, muito mais fácil pra descer.

Ponte de madeira, muito barro, verde e sorrisos!
Aqui já dava pra ver o mar! Isso nos encheu de alegria: Estamos chegando! Yey!
Faltava realmente muito pouco. Descemos mais algumas curvas e nos deparamos com essa birosca!
Aqui, mandamos um pastelzinho com café preto e a Vevê se deliciou com a companhia dos passarinhos que comiam banana ali do lado.

A Birosca e as Bikes

Vevê tirando fotos dos passarinhos (ela tava com sorrisão de criança...)
Café preto e pastel de banana pra Vevê . O meu foi de queijo!
Desse ponto em diante, faltavam descer 2km de estrada de terra e mais 14km de asfalto pra chegar à meta!
Descemos bem despreocupados, pois o chão estava quase seco. Logo alcançamos o asfalto e com ele a visão do mar e da cidade de Paraty!

Linda vista!
A Vevê que me perdoe, mas vou cagoetá-la: Nesse ponto ela olhou pro mar e disse "Não tem como não se emocionar..." Uma piscadela e seus olhos começaram a 'suar', a voz deu aquela embargadinha...foi bacana!
É sempre tão bom ver que ainda tem gente sensível nesse mundo tão insensível.

Tendo ela secado as lagr...opa, quer dizer, o suor dos olhos (hahahaha), seguimos descendo! E que descida!
Eu soquei a bota, sem dó! Desci muito rápido, mas é claro, sempre tendo o cuidado de ver se a Vevê vinha no encalço. Ela desceu de forma mais contida, mas ainda assim, bem rápido também.

Praticamente não vimos os tais 14km...tanto que não demorou muito pra finalmente chegamos na cidade de Paraty. Já estava escurecendo e a cidade estava fervendo de gente, já que aquele era o último dia da FLIP (Feira Literária Internacional de Paraty).


Seguimos imediatamente pra Pousada do Imperador, lugar onde fiquei noutra cicloviagem. É claro que, antes de entrar, comemoramos com um abração, felizes por ter completado o pedal, sem nenhum problema, baixa ou dor!


Fomos recepcionados pelo Beto, dono do lugar. Pegamos nossa chave, ajeitamos a bike no cantinho que ele nos reservou nos fundos da Pousada, tomamos um banho e descemos pra passear na cidade!


Demos um longo passeio, mas a fome logo bateu. Jantamos, papeamos mais um tanto (a propósito, não consigo lembrar de um único momento onde não estivéssemos tagarelando), mas o cansaço chegou!
Hora de voltar pra Pousada e pro nosso merecido descanso.


No dia seguinte, ainda com chuva, resolvemos deixar as bikes na pousada e fazer um City Tour a pé.
Começamos com o Centro Histórico, passando por ruazinhas ainda decoradas, uma cachaçaria e depois fomos à Casa da Cultura pra ver a Exposição "Faces de Drummond". (vacilei e não tirei fotos da exposição nem da faxada do prédio).


Ruas ainda decoradas
Depois seguimos pela margem do Rio Perequê-Açu, na tentativa de chegar ao Morro do Forte. O problema é que nossas habilidades de leitura de mapas nos traíram, o que de qualquer maneira não foi ruim, já que pudemos tirar belas fotos da beira do rio.






Uma conferida melhor no mapa, achamos o tal caminho pra conhecer o Forte Defensor Perpétuo, que infelizmente estava com sua sede fechada pra visitação. 
Isso não nos impediu de olhar o entorno e descer até perto da praia, com uma encosta rochosa e muito bonita.

Vevê, toda "modelete" posando na beira da praia, com um lado cinza...
...e um outro já se tornando azul.
Fotinho-Clichê...
Descemos do morro, passamos num restaurantezinho Tailandês. A moça é fã de temperos exóticos...eu encarei pela experiência, já que não sou um cara "experimentado" nesse tipo de cozinha.
Pra minha grata surpresa, o almoço foi muito bom! Curti bastante a "brincadeira" de comer lá!

Voltamos ao Centro Histórico e nos deparamos com um cachorro (sempre tem de ter um cachorrinho) folgado que só ele, que estava querendo um carinho...olha só o que deu:

Chegou todo malandriço, com cara de quem não quer nada...

....e ficou uns 15min lá, na maior vida de Rei sendo bajulado!
Continuamos nossa caminhada e fomos parar na "verdadeira Paraty", ou como a Vevê chamou, o "Lado B".

Perifa! Yeah!
Caminhar pela periferia de Paraty foi uma experiência e tanto. Foi ali que achamos os reais moradores da cidade. Nada de glamour, nada de frescura, nada de sotaques gringos. No lugar disso, vimos um campinho de futebol, cavalos pastando, piriguetes, (perdoem-me o preconceito), comércio popular, "carioquês", etc...


O turista vai a um lugar como Paraty e provavelmente não pensa muito sobre as pessoas que vivem ali. Olhar pra essa galera em seu "habitat natural" teve um impacto bacana, pelo menos em mim.

Bem...começou a escurecer, a fome começou a bater novamente...que tal tomar uma cervejinha e petiscar?
Foi o que fizemos. Voltamos pro Centro Histórico, paramos no mesmo lugar onde jantamos na noite anterior e começamos a beber e tagarelar.
Durante a conversa do lado de fora do Bar/Restaruante, apareceu um poeta de rua, vendendo livrinhos. A Vevê não perdeu tempo em "entrevistá-lo", perguntando-lhe sobre a impressão dele sobre a FLIP, como era viver naquela cidade como Artista/Escritor Independente, entre outras coisas...

Jantamos e logo vimos que já estava dando a nossa hora de voltar pra Selva de Pedra. Nosso ônibus sairia às 23hrs. Voltamos rapidamente pra Pousada, pegamos nossas tralhas e voltamos pra Rodoviária.

Teletransporte feito (sim, pois dormimos rapidamente dentro do ônibus). chegamos na Rodoviária do Tietê as 4:30hrs +/-. Pedalamos até perto da Barra-Funda, onde nos despedimos: Eu seguiria de ônibus até Barueri, onde trabalho e Vevê seguiu pra casa dela.

Sentimos um pouco de saudades do Sol, mas sua ausência não nos impediu de nos divertir!

Um pedal incrível, com uma pessoa tão incrível quanto! Valeu, Vevê! Viajar contigo foi SHOW!
Quando será a próxima?!?! :D

Vevê Mambrini & Fabio Tux, 
Para os "Nerds de Plantão", os tracklogs dos dois dias de viagem (clicando no "View full forkout data" você poderá conferir a altimetria):


Guaratinguetá - Cunha


Cunha - Paraty




Espero poder descer mais uma vez pra Paraty, só que pegando o trecho inteiro por estrada de terra!
Dentro em breve vai rolar...aguardem! :D

Um grande abraço e até a próxima!

12 comentários:

Paulo Rafael disse...

Excelente viagem, parabéns!

Loureiro disse...

Esse trecho é muito bom... quando fiz o Caminho da Fé, também fiz...

abraço

elton disse...

hola, chamigo!
esta região só conheço por fotos e é muito bonita (passei por Paraty à uns 4 anos, via 101).
legal o relato e as fotos..
parabéns aos participantes,
abraços,
Elton Xamã

Tati Tamie disse...

Muuuuito Legal! Eu, o Bruno, o Shadow e mais um monte de gente (11 no total) fomos pra Ubatuba nesse feriado. Mim viajei carregando bagagens (sim, o Bruno sempre tinha que levar minhas tralhas). Foi bem legal também! Que venham mais cicloviagens!

FabioTux® disse...

@Paulo Rafael
Valeus, Bro! Vi que você também é do time das dobráveis...show!
Bom andar aí no Recife de Dobrável?
Grande Abraço!

@Loureiro
É rapaz...deve ter sido animalesco fazer o Caminho da Fé, hein?
Você fez o trecho 100% terra entre Cunha e Paraty ou fez o mesmo que a Vevê eu?
Abração Bro!

@Elton
Entõa...eu também já fiz pela Rio-Santos...é fantástico também, com a comodidade do asfalto e a cada curva uma vista beira-mar de "chorar" de tão linda!
Quando é que ocê "descamba" pras bandas de cá de novo? hehehe!
Abração!

@Tati
Aew, Vocês desceram pra Ubachuva por Taubaté/S.L.Paraitinga?
Que orgulhinho...levando cada um sua tralha! Do jeito que deve ser!
Tem Relato/Fotos?
Beijão, Tati!

Loureiro disse...

Fizemos o mesmo trecho que vocês fizeram... a bike do Paulo estava estourando raio, quase não chega em Paraty... mas em Dezembro do ano passado, passei por Cunha de carro e fui no trecho de terra, fantástico também... quero voltar de bike, inclusive subir a Macela...

Waldson Gutierres (Antigão) disse...

Ora, ora, mas que dupla fantástica! Parabéns pelo pedal, pelas fotos e pelo relato! Mas, me diga uma coisa Fábio, você se regenerou e comeu mesmo o pastel?! Hehehe!

Diga para a Vevê que emocionar-se é muito legal. Parabéns, ela é guerreira!

Abraços meu amigo!

FabioTux® disse...

@Waldson
Opa, Seu Antigão...brigado!
Acho que há um equívoco, Mestre: Eu ADORO pastel...só não gosto do Pastel de Itu, onde a gente é mal atendido (quando é atendido).
Tem quarta-feira que eu saio mais cedo de casa só pra passar na feira perto do trabalho e garantir o meu autêntico pastelzinho de feira.

Opa! Ela será devidamente notificada! hehehe!

Grande abraço, Mestre W!

Paulo Rafael disse...

Alô Fábio Tux,

sou seu fã, rapaz, já viajei muito de aro 26 e pretendo fazer muitas viagens de aro 20, agora que comprei a minha. Em Recife, pedalo todos os dias, sem problema. A Vevê é uma graça! Abraços.

FabioTux® disse...

@Paulo Rafael
O loko! Obrigado por acompanhar o meu bRog, hehehe!

Dei uma olhada no "agora lascou" e vou acabar virando fã também...muito show as fotos, vou investir um tempinho lendo lá!

Ah, a Vevê agradece o elogio! ;)

Grande abraço!

joaozinho menininho disse...

Parabéns amigo, estou muito feliz de saber que tem mais amigos ciclistas viajando em dobráveis... vamos manter contato amigo e talvez até pedalar juntos um dia... joaozinhomenininho@yahoo.com.br - www.joaozinhomenininho.blogspot.com

FabioTux® disse...

Fala Joãozinho!
Opa! Parece que as "miudinhas" estão sendo levadas ao limite a cada dia que passa!
Eu também ficou muito animado em ver a galera descobrindo nessas bikes uma solução viável pra cicloturismo.

Opa! Com certeza manteremos contato! Tô te mandando um email logo mais!

Grande abraço!