domingo, 13 de novembro de 2011

Cicloviagem de Férias 2011 - Parte 03

Capítulo 03

De Pouso Alegre à Três Corações

Tivemos o que se pode chamar de "Noite Bem Dormida", apesar do barulho do "boteco" em frente ao Hotel.
O relógio despertou as 7hrs e logo começamos as arrumações, que não demoraram muito.
Descemos pra tomar café, John primeiro, depois Pedro e eu.
O café da manhã do seu "Zé Maria" não foi lá grande coisa. Eu particularmente não gostei muito. John deliciou-se com os bolos!

Assim que desjejuamos, pagamos o hotel, descemos pra garagem, acomodamos as coisas nas bikes e pedal na estrada!

Logo na esquina do Hotel, havia uma pequena bicicletaria. Resolvemos parar lá pra dar um jeitinho no freio do João.
Chegamos na loja, começamos a puxar papo e esse "jeitinho no freio" acabou se transformando em compra de chaves de raio (ninguém havia levado uma sequer), um par de bar-ends pro John, um cafézinho e muita conversa.

Inclusive, foi durante a conversa que descobrimos o motivo da cidade estar tão vazia na noite anterior: Era Feriado!

Compras, ajustes e despedidas, pegamos a avenida que nos levaria de volta à Fernão Dias.
Na estrada que dá acesso a Fernão, uma estátua de um Bandeirante (suponho).
Pouso Alegre ao Fundo e Estradinha de Terra marginando o acesso à Fernão
Uma vez na Fernão, socamos a bota!
Não houve surpresas nesse trecho. Quase uma hora de pedal no plano, mas que foi girada com tranquilidade, aproveitando pra olhar a nossa volta algumas paisagens.

Depois dessa primeira hora, rolou uma subidinha de 2km, não muito inclinada, mas que pareceu ser o anúncio de que começaria logo o tobogã.
Mas como tudo que sobe, desce, a média subiu absurdamente nos 2km de decidas que se seguiram. 
Pedrão mandando ver na dianteira
 Ao contrário do que imaginávamos, rodamos praticamente 25km em um semi-plano, ao invés do esperado tobogã, mas voltamos a girar em um ritmo mais tranquilo, pra apreciar a paisagem, coisa que imaginávamos que fosse menos bonita no entorno da Rodovia.

Até fizemos uma paradinha pra tirar fotos nossas:


E eis que logo depois dessa parada, o Pedrão avistou um Gaviãozinho, mas fez uma parada brusca que quase fez o John e eu "entrarmos na traseira" dele (não levem na maldade, hein?).

John sacou a câmera e tirou uma fotinho da bela ave:

Pedrão até tentou se justificar com um "Poxa...pensei que vocês estavam mais longe" e tomou uma bronca do tipo "Você não tem de pensar, rapá, tem de sinalizar que vai parar e ponto...".

Risadas depois da "bronquinha" (Xiiii...tomou bronquinha), continuamos socando a bota!

Com uns 40km rodados, a plaquinha de Três Corações apareceu pra nos atualizar sobre a Km faltante.


Giramos por mais uma horinha até resolvermos parar pra almoçar. Pedro e eu estávamos famintos, mas o John, que havia comido bastante no café da manhã, disse que ia "passar".
Paramos num posto com self service.

Logo que chegamos, apareceu uma cadelinha bonitinha...


E enquanto almoçávamos, John ficou brincando com ela!


Depois de rangarmos, ficamos do lado de fora, tomando Coca-Cola e tagarelando.
Não lembro quanto tempo ficamos no posto, mas rodamos por mais uma hora e meia num ritmo moderado, pois o sol estava de estalar mamona.

Demos uma vacilada de não ter comprado água/isotônico na parada anterior, então logo que vimos um posto com uma vendinha, paramos pra corrigir esse "ato falho".

Não demorou mais que 20min de pedal depois dessa parada pra nos depararmos com a plaquinha de 20km até Três Corações.

E não demorou muito pro Pedrão aprontar uma "estripulia": 

Rodamos pouco mais de 10km e chegamos ao acesso à Três Corações, com a famosa escultura do ilustre Pelé:

Pegamos um acesso à direita e, depois de uma subidinha, a placa de que havia pouco pra chegar!

Já em ritmo de festa, seguimos por essa estradinha gostosa e tranquila. O John saiu clicando várias fotinhos...


E logo a cidade começou a surgir no horizonte...

Avançamos e logo estávamos no centro urbano de Três Corações.
Após cruzarmos uma linha férrea, começou uma subidinha com uma vasta quantidade de comércios, e no meio disso tudo, encontramos um Hotel.
Pedro entrou no saguão pra perguntar sobre o tarifário, eu encostei a bike na entrada do estacionamento do hotel e o John foi abordado por um senhorzinho, muito simpático.

Logo, John esse senhor e eu começamos uma prosa sobre locais de hospedagem, o caminho pra STdL, e sobre a cidade em si.
Algo bastante inusitado foi a simplicidade e educação ímpar desse senhor. Ele vestia um bonezinho e quando cada um de nós se apresentou , ele tirava o boné. Eventualmente, ele emitia um comentário, mas antes disso, como se estivesse pedindo licença pra fazer o tal comentário, tirava novamente o boné. Ao se despedir, com aquele jeito simpático que todo mineirinho tem, novamente tirou o bonézinho, nos desejou boa-sorte e seguiu seu rumo.
Qual foi a ultima vez em que alguém lhe demonstrou tamanho respeito e educação assim?
Digo mais! Qual foi a ultima vez que você se dirigiu a outra pessoa de forma tão respeitosa assim?

Acredito que as respostas para ambas as perguntas sejam "faz teeeeempo" ou talvez um "desse jeito, nunca!"

Pois é...as cidadezinhas de interior, com seus velhos moradores são o ultimo bastião da educação, respeito e gentileza desse nosso Brasil...

Bom, continuando...
Depois do papo com o senhorzinho, o Pedro nos veio com a informação do tarifário, que nos agradou bastante. Fechamos!

Fizemos o check-in, não sem fazer um pouco de bagunça no saguão. Durante o processo de pagar, fazer ficha e essas coisas, apareceu uma senhorinha, que ficou de papo comigo e com o João.
Ao que parece, a senhorinha gostava muito de prosear, mas logo vimos que papear com ela exigia algumas habilidades...ela falava rápido demais e tinha a audição um tanto deficiente. 
Ainda assim, depois proseamos um tanto e logo subimos pro quarto, com as bikes "no lombo".

Enquanto John e Pedro se agilizavam em se organizar e tomar banho, desci rapidamente à farmácia, afim de comprar um Cataflan Spray, pra tentar aliviar as dores na panturrilha, tanto minhas quanto do João.

Quando voltei da farmácia, ambos já tinham se banhado. Ofereci o Cataflan pro João, mas o Pedrão também pediu, já que ele estava se queixando um pouco de dor nas costas.

Claro que ele não conseguiria espalhar o remédio nas costas...teve de contar com uma, ou melhor duas mãozinhas:
Cena de "gosto duvidoso"...
Tirada essa foto, saímos pra passear na cidade.
Três Corações pareceu-nos bastante animada. Tinha bastante gente circulando, apesar do friozinho que começou.

As 19hrs +/- entramos num restaurante muito bacana, A Cantina Calabresa.
Logo que entramos, fomos informados que em 30 minutos haveria um Rodízio de Massas. Pedimos uma cervejinha pra esperar esses tempinho. 
Quando as massas começaram a chegar, hummm...que delícia! Massa Caseira é outra coisa.

Durante o jantar, uma coisa inusitada. Adivinha quem apareceu pra jantar?

A tal senhorinha do Hotel apareceu do nada! Rolou até uma brincadeira, dizendo que ela era alguma "entidade" de São Thomé que estava por lá pra nos abduzir.

Uma coisa que é digna de nota: em algum momento do jantar, John perguntou ao Garçon se o Ilustríssimo Edson Arantes do Nascimento, conhecido como Pelé, vai a sua Terra-Natal com frequencia. A resposta foi algo surpreendente: O Pelé não vai pra lá desde 1984! Punk, não?!?!

Enfim...depois do calórico e delicioso jantar, vagarosamente voltamos pro Hotel afim de descansar pro dia seguinte, sabendo teríamos um pedal intenso no dia seguinte: Os 43km até STdL.

E assim encerrou-se o terceiro dia de pedal...'tamo chegando pra fazer coro com os "Maluco Beleza"!!!

Distancia Percorrida: 111,30km
Ride Time: 5h02'58"
Velocidade Média: 22km/h
Ganho de Elevação: 913m
Perda de Elevação: 808m
Baixas: Nenhuma

Continue acompanhando!

Até a próxima!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Cicloviagem de Férias 2011 - Parte 02

Capítulo 02

De Joanópolis à Pouso Alegre

Ah...nada como uma noite bem dormida, apesar dos roncos (meus, inclusive) e da dor no corpo.

Fui o ultimo a dormir e o primeiro a acordar, mas logo todos os 3 Intrépidos estavam em pé.
John e eu estávamos com um pouco de dor na panturrilha: John na esquerda e eu na direita. Na noite anterior já havíamos nos precavido e passado gelol e tomado um dorflex, mas parecia que aquela dorzinha  chata nos acompanharia por mais um dia.

Arrumamos a bagagem, nos despedimos da Dona Tuca e por volta das 8hrs saímos do Albergue.

Rumamos pra uma padaria, afim de desjejuar.  Enrolamos por lá por quase uma hora!
Pouco antes de sair, uma fotinho na praça da cidade:




Fotinhos tiradas, hora de finalmente iniciar o pedal.
Seguimos até a entrada da cidade e de lá por mais 1km até o acesso a famosa Estrada entre Serras e Águas.
Uma (quase) serra de aproximadamente 18km entre Joanópolis e a cidade de Extrema, divisa de SP e MG.


O começo é bem duro, com subidas bem inclinadas. Apesar de serem 9 da manhã, o sol já estava castigando.
Tentamos manter um ritmo mais leve, pra nos poupar, aproveitar um dos trechos mais bonitos da viagem e evitar que as dores do John e minha não aumentassem a ponto de "melar" o pedal.

Logo nos primeiros km o Pedrão deu uma choramingada: "Poxa...já pensei umas 15 vezes em desistir..."
Tentamos animar o nosso amigo novato e seguimos.

Engraçado foi o John lançando o velho argumento: "Pô Pedrão...tô eu aqui com a perna zoada, quase 50 anos, acima do peso...você tá novão...força aí..."
Isso virou um engraçado mantra durante a trip.

Com o passar dos km, a inclinação ia aliviando e, apesar de ainda ser um enorme tobogã, os animos e as forças voltava às pernas do nosso caro Pedrão (e às nossas também)
Algo que definitivamente renovou as nossas forças foi uma parada num ponto da estrada em que se tem uma vista simplesmente fantástica da região.





A coisa ficou tão boa que em dado momento, estávamos cantando músicas brega e fazendo toda sorte de piadinhas sem naipe.

Falando em músicas, o Pedrão me apareceu com uma paródia do refrão de um hit dos 80's, do The Police: "Message in a Bottle" foi transformada em "Fiz Xixi no Balde..."
Calculem...risadas não faltaram para a graça do "Ciclista Calhorda"!

Muitas fotos depois, continuamos com mais afinco até chegar no acesso à Fernão Dias.

Tem um ponto de ônibus alguns metros antes do tal acesso, então paramos pra respirar mais um pouquinho de ar puro, pois a partir do momento que entrássemos na Fernão, não passaríamos mais através de paisagens verdes...só estrada, caminhões, caminhões e estrada!

Uma twittada/facebookiada antes de seguir!
Seguimos num bom ritmo o trecho de Extrema, mas com uns 28km de pedal, aconteceu algo que nos deixou preocupados: uma queda.
Passávamos por um trecho da estrada, logo depois da Prefeitura da Cidade (que estranhamos estar tão longe do centro), que estava em obras. Sabem como é...cones, cabos elétricos para iluminar e/ou ligar alguma ferramenta. Pois bem, Pedro e eu seguiamos um pouco mais a frente do João, coisa de uns 10 metros, mas quando ouvimos o som da bike caindo. Imediatamente olhamos pra trás e lá estava o João, se levantando, com o nariz sangrando.

Voltamos num "pulo" pra ver o que havia acontecido. O pneu dianteiro "escorregou" quando ele passou por cima do cabo elétrico, fazendo com que ele perdesse o controle e caísse de lado.

Por sorte, não aconteceu nada mais grave do que o nariz com um corte, causado pela quebra do bar-end, o joelho ralado e uma sensível queda no moral, comum pra quem sofre e pra quem vê o acidente.
Rolou até uma brincadeira de que o John havia quebrado o bar-end com o nariz...coisas que se falam pra tentar descontrair!

Como eu levei band-aids e spray antisséptico em minha bagagem, fizemos a limpeza dos ralados do joelho, estancamos o pequeno sangramento do nariz e logo depois limpamos e colocamos um band-aid!

Adendo: Nariz do John em close, com o band-aid!
Algo que preciso deixar anotado aqui é que ele em momento nenhum o João demonstrou o quanto a queda e as dores na panturrilha tinham abalado seu moral.
O cara foi guerreiro pra caramba, sempre preocupado em não "estragar o pedal" (palavras do próprio João, alguns dias depois).
Ver o cara lutando contra os limites de seu corpo foi na verdade muito inspirador. Posso estar errado, mas acho que depois daquilo, nenhum de nós reclamou de dores ou qualquer outra coisa. Como se o acidente tivesse deixado o João, Pedro e eu mais fortes e mais obstinados!

Refeitos do susto, pedalamos até posto de combustíveis pra comprar Isotônico. Nesse posto, uma dupla (um senhor e um rapaz mais jovem) puxaram conversa com o João e no meio dessa conversa, surgiu uma recomendação de local pra almoçar em Camanducaia.

Voltamos rapidinho pra estrada e seguimos até a cidade, mas não fomos atrás da sugestão que nos foi dada, pois logo que pegamos o acesso à Camanducaia nos deparamos com...

Restaurante Panela Mineira...FEIJÃO, YEY!
Ah, meus caros...ir à MG e não comer Tutu de Feijão é um sacrilégio!

Além disso, os preços estavam bem convidativos, havia onde deixar as bikes em segurança, tava pertinho da estrada...não pensamos muito! Bora Rangar!

Nos sentamos, pedimos nossos pratos e ficamos um bom tempo lá, tagarelando. Quando o rango chegou, ah que alegria! Comer comida de verdade!!!

Sim...FEIJÃO, arroz, couve, fritas e um bifão acebolado!
Tudo bem que o tutu não tava lá grande coisa, mas me senti renovado depois desse rango. 
Ah, acabei esquecendo de fotografar outra coisa legal: as bebidas foram servidas em canequinhas de alumínio...à moda caipira! hehehe!

De barriga cheia e descansados, bora pedalar...afinal de contas tá longe ainda!

Pedalando, conversando, eventualmente forçando um pouco o ritmo (quando a altimetria permitia), seguimos até chegar próximo de Estiva.
Pouco antes de cruzar o acesso da cidade, paramos numa das muitas barracas de frutas (basicamente morangos e pêssegos) pra comprar/comer alguns.

O João não resistiu olhar aquele monte de morangos e pêssegos, todos parecendo muito gostosos!
Rachamos uma caixa c/ 12 deliciosos e suculentos pêssegos, (4 pra cada se você não for bom em matemática...). Comi um par e deixei o outro dentro da bolsa de guidão!
Ainda sobrou espaço pra racharmos uma bandejinha de morangos (um tanto verdes ainda, mais muito saborosos) e seguimos viagem.

Pouco depois dessa parada, meu pneu traseiro murchou. O John conseguiu ouvir o meu aviso, mas o Pedrão não. Ele andou por mais 1km até perceber que não estávamos junto dele.

Enquanto o Pedrão voltava, eu e John trocávamos a minha câmara. Percebi que minha bomba estava com problema e peguei a do João, mas quem realmente encheu o pneu foi o Pedrão, pois os dois pangarés não haviam encaixado a bomba direito.

Problema resolvido, hora de cruzar Estiva, cidadezinha bacana onde já estivera duas vezes, sendo uma com o João.
Não paramos em Estiva, mas fica o registro da Placa! hehe
Continuamos em bom ritmo, apesar de umas subidinhas longas.
O problema é que essas subidas vão cobrar seu preço depois de algum tempo...O João pediu pra que parássemos pra dar uma descansada na perna, que estava latejando.
Eu também tava pedindo por uma paradinha...

Comitê do Conselho Deliberativo, decidindo sobre o 4º dia!
Nesse ponto da viagem, já estávamos começando a nos preocupar com o itinerário da viagem. Era pra ser uma trip de 3 dias, mas percebemos que seria mais prudente fazer o 3º dia até Três Corações e subir pra STdL no 4º dia.

Depois de um Dorflex e um spray de Cataflan (não tô fazendo jabá, hein?), John se levantou e seguimos viagem! 

Não demorou muito pra vermos uma plaquinha bastante animadora...

Tá chegando...tá chegando...
Com a atualização da km faltante, seguimos confiantes, pois esses 19km consistiam em mais 10km de Fernão e os outros 9km de uma avenida que levava ao Centro de Pouso Alegre. Essa avenida nos tirou 10km, com algumas subidas íngremes, conforme conferimos depois.

Ao chegar na tal avenida, Pedro e eu disputamos uma "meta volante de subida", vencida por mim,  contrariando a lógica, já que estava beeeeeeeem mais pesado. (toma essa Pedrão!).

Seguimos pela avenida, que começava deserta e aos poucos ia ganhando portarias de indústrias, comércios, bancos, até que finalmente estávamos no centro da cidade.

A busca por hotel foi algo muito rápido, pois logo que avistamos o centro, paramos na frente de um chamado "Hotel Zé Maria".
O Pedrão subiu pra pesquisar preços enquanto John e eu olhávamos em volta, pegando telefones de outros hotéis do entorno.
Cheguei a ligar pra um, mas quando o Pedro chegou com o tarifário, não pensamos duas vezes!

Deixamos a bike num quartinho fechado, dentro da garagem e subimos 6 lances de escada para nosso quarto.

Um bom banho e um pouco de conversa fiada, logo descemos pra comer uns espetinhos e tomar uma cervejinha num boteco na frente do hotel, antes do derradeiro "rolé" pela cidade.
Ficamos um bom tempo lá, conversando com um tiozinho.

Lá pelas 19:30hrs, ainda claro, circulamos pelo centro, atrás de um restaurante, mas a cidade parecia um tanto deserta. Não haviam muitas portas abertas no comércio e aquilo nos intrigou um pouco. 

Depois de um grande passeio à pé, encontramos um restaurantezinho e fomos jantar, com direito ao John tomar uma cachacinha!

Voltamos pro hotel e aí, depois de uma pequena arrumação e combinarmos o horário de levantar, capotamos no sono!

E assim foi o segundo dia da viagem!

Distancia Percorrida: 123,38km
Ride Time: 5h51'49"
Velocidade Média: 21km/h
Ganho de Elevação: 1418m
Perda de Elevação: 1473m
Baixas: Um bar-end do João e uma câmara de ar minha.